sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ainda a Crise

Temos falado muito da crise, mas o futebol abrandou um pouco essa aflição. Os portugueses estão mais preocupados se Portugal passa ou não. Eu acho que devia passar, apesar da enorme despesa que isso acarreta, já que uma equipa de 23 jogadores, um treinador, um massagista e um médico, corresponde a 93 pessoas da comitiva. Isto tudo em hotel de 5 estrelas, dava para pagar os juros da dívida durante 6 meses.Acho que para a maioria um hotel com muitas estrelas e uma barraca chegava.
De qualquer modo acho que devem continuar até ao fim para que as pessoas se ocupem com o campeonato e esqueçam as agruras dos dias do mês sem fim. E há, ainda, as vuvuzelas. Podemos neste entretem dar uso às vuvuzelas, no sentido de recuperar da crise.
Vou apresentar 3 estudos macro-económicos para o uso da vuvuzela, na resolução da crise mundial. Comecemos por Portugal: 1º Temos cerca de 600.000 desempregados, que poderão, durante 6 horas por dia, tocar o referido instrumento. (integra-se perfeitamente no espírito do torneio), o que daria uma ocupação a essa quantidade enorme de "preguiçosos", que não querem fazer nada... Isto durante um mês provocaria problemas pulmonares a cerca de 50% dos tocadores da gaita acabariam por morrer e reduzir em 300.000 os desempregados, o que seria um facto notável para os nossos governantes.
2º Em alternativa, esta ocupação seria atribuida aos 150.000 trabalhadores a recibo verde, o que permitiria obter 75.000 novos empregos,e seria magnífico, já que as promessas do nosso 1º seriam cumpridas  pela metade, o que evitaria que muita gente deixasse de lhe chamar mentiroso.
3º Poderia ser dada essa ocupação aos economistas de todo o mundo, o que representaria o fim dos estudos e re-estudos das finaças mundias, já que não haveria aqueles eminentes ex-governantes, ministros, directores gerais, administradores públicos e privados, governadores de bancos centrais, deputados e deputadas, para fazerem análises e comparações aos estudos dos actuais governantes, ministros, directores gerais, administradores públicos e privados, governadores de bancos centrais, deputados e deputadas, e actuais ex-economistas.
 Mas é urgente que se faça, porque o campeonato pode acabar daqui a dias e ficaremos muito mais pobres, porque não ganhamos a taça e temos que despedir o treinador e uma data de abéculas que de futebol, conhecem o interior da bola, que ao rebentar faz pum, igual ao resultado dum almoço com uma boa feijoada ou tripas-à-moda-do-porto, acompanhado com uma boa pinga de tinto alentejano.
Então força, que se faz tarde.

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

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Eu no jornal Terras da Feira

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Artesanato