quinta-feira, 27 de maio de 2010

A crise - a solução

Eu acho que consigo resolver a crise,apesar dos craneos que existem neste país,
estarem a dormir com as soluções que vão propondo. Senão vejamos: Legalizava a prostituição e o negócio da droga... A legalização da prostituição permitia várias coisas:
1ª Ao passarem recibo, que seria duma prestação de serviço, pelo que dedutível, parcialmente em sede de IRS, permitia que fossem conferidas todas as "quecas" dadas neste âmbito e portanto era fácil ao estado calcular este imposto na sua fonte.Teríamos um dia no mês,pelo menos em que haveria "putas" nas repartições de finanças.
2ª Havia necessidade de empregar um maior nº de contabilistas e passaríamos a empregar mais licenciados, especialmente em contabilidade.
3ª Os chulos passariam, obrigatoriamente a deter como habilitações mínimas, o 12º ano na vertente profissional de contabilidade. Chulos sim, mas com formação.
4ª Aqueles que actualmente exercem a actividade, teriam de se reclassificar para aquele nível escolar, pelo que teriam de frequentar um curso de contabilidade, em qualquer umas das universidades portuguesas ou, no mínimo, frequentar um curso de novas oportunidades, o que lhes daria a equivalência necessária para tão rendosa actividade, sendo que também eles seriam taxados, pelo que o imposto seria cobrado em duplicado, equivalendo a taxas semelhantes aos vigaristas, gestores de empresas públicas e privadas, sucateiros, deputados e outros que tais.
Quanto à liberalização do negócio das drogas, leves e pesadas, permitiria que em cada esquina se montasse uma espécie de parquímetro e o drogado teria de introduzir uma moeda, sempre que se dirigisse ao fornecedor.
À semelhança com os parquímetros existentes, o seu rendimento seria pequeno no início, mas depois era um tal ver se te avias e não haveria espaço para tantas moedas.
Portanto, meus amigos, acho que o governo errou ao taxar em mais 1, 1,5% o IRS e 1% o IVA, quando podia aproveitar, um rendimento que existe à face das Estradas e que ninguém reclama do preço, desde que a matéria prima seja boa. Assim evitaríamos os desfiles em auto-estradas sem custos, as manifestações dos comunistas, as reclamações dos professores, os discursos do Francisco Louçâ, todas as declarações de políticos bem e mal intencionados, e as aberturas bombásticas de todos os jornais, escritos, falados e visionados.

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

Sou eu

Eu no jornal Terras da Feira

Eu no jornal Terras da Feira
Artesanato