segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O meu neto António, nasceu às 15,10 h e pesava 3,550 kg. Parece um homem...!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

E isto hem?

Ouvi, ontem, não sei  se na Austria ou Austrália que numa inquirição pública o povo demonstrou mais agrado pelas prostitutas, do que pelos políticos. Eu também sou dessa opinião e acho que se se fizesse um estudo de opinião por estas bandas o resultado seria o mesmo ou idêntico. Agora imaginemos, que se iria pôr as coisas no lugar e davamos o poder às putas e punhamos os políticos a prostituir-se. Não era novidade nenhuma, já que é o que a maioria faz, mas teria piada o presidente do PS ou do PSD a dirigir-se aos seus apaniguados:"meninos à sala", ou então "agarre-se ao barão e desça por ele abaixo". que está aqui um senhor para vos acompanhar...
ou então vê-los a rameirar pelas esquinas (àqueles mais velhos, já passados e com manias).
Quanto ao governo vá lá: para o poder local teríamos as mulheres da mata do Furadouro, da estrada de Albergaria ou da recta de Pegões, mais velhas e experientes, para quem qualquer coisa serve, habituadas a tudo e a nada. Aviavam os seus governados na beira da estrada, economizando o consumo da luz, telefone e até água das sedes de Juntas e Câmaras, dispensando mesmo os imoveis, podendo fazer a aviação no próprio carro ou na roulote para as mais endinheiradas.
Para os governos regionais iriam aquelas mais selectas, que se mantêm com comodidade, habituadas aos senhores mais endinheirados. Para os governos centrais, aí já seriam as putas finas, já com finos gostos habituadas a conviver com os políticos e governantes, com prática para as dignas funções que iriam dempenhar.,
Aqui poderiam candidatar-se todas as que detêm perfil. Há, no entanto um risco: o aparecimento das putas encobertas, o que tornaria as coisas dificeis para osconjuges, mas penso que rapidamente se resolveria a questão ao explicar-se ao corno manso que passaria a ser o tipo com sorte, o que acalmaria a sua descoberta.
Enfim os políticos passariam a ter a sua actividade justificada, escusando de praticar a sua marafonice às escondidas, poupando dinheiro às polícias nas escutas, sendo os chulos oficialmente considerados, eleitos democraticamente nos congressos, podendo gerir todas as putas ranhosas que pululam no parlamento.
Quanto aos governantes, tanto podiam ser as mulheres de má vida, como os putos, e o governo seria uma grande putaria. Aqui a chulice seria a mesma, continuavamos a pagar impostos, mas o objectivo seria diferente e muito mais rendoso, já que os locias da governação seriam muito mais saudáveis, porque ao ar livre (ou espaços adequados, em vez dos palácios de Lisboa, e da Assembleia) por exemplo no parque Eduardo VII, o que economizaria rios e rios de dinheiro.
Assim deveríamos proclamar já : "putas ao governo!"

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Ignorantaço

Como sou ignorante?... O meu pai dizia-me: Ó filho os teus estudos são tão caros!... E eu respondia-lhe: Olhe que sou dos que estudam menos... Tenho pena de não ter gasto mais dinheiro ao meu pai. Assim era capaz de perceber alguma coisa quer de futebol, quer de economia. Mas não percebo nada, pois como é possível, na minha ignorância, que um accionista que detem 500 acções de uma empresa (um cagalhionésimo) impeça a decisão de 76% dos restantes accionistas? Todas as minhas propostas para acabar com a crise foram ignoradas (e se calhar criticadas). Não percebo porque é que um partido que defende o fim das SCUT, vota contra as portagens, passando a chamar-se SPUT (sem portagens para os utilizadores). Enfim, de economia, népias...
No futebol teria percebido porque que é que o treinador (Professor, Dr em Motricidade Humana-mexam-se! porra), substituíu um jogador que estava a jogar bem e deixou no campo um que não jogava nada. (Diz-se, por aí, que não teve "tomates" para substituí-lo e agora vai ser substituido, parece, por um espanhol).
Por isso acho que sou um grande ignorante e já não vou a tempo de deixar de sê-lo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ainda a Crise

Temos falado muito da crise, mas o futebol abrandou um pouco essa aflição. Os portugueses estão mais preocupados se Portugal passa ou não. Eu acho que devia passar, apesar da enorme despesa que isso acarreta, já que uma equipa de 23 jogadores, um treinador, um massagista e um médico, corresponde a 93 pessoas da comitiva. Isto tudo em hotel de 5 estrelas, dava para pagar os juros da dívida durante 6 meses.Acho que para a maioria um hotel com muitas estrelas e uma barraca chegava.
De qualquer modo acho que devem continuar até ao fim para que as pessoas se ocupem com o campeonato e esqueçam as agruras dos dias do mês sem fim. E há, ainda, as vuvuzelas. Podemos neste entretem dar uso às vuvuzelas, no sentido de recuperar da crise.
Vou apresentar 3 estudos macro-económicos para o uso da vuvuzela, na resolução da crise mundial. Comecemos por Portugal: 1º Temos cerca de 600.000 desempregados, que poderão, durante 6 horas por dia, tocar o referido instrumento. (integra-se perfeitamente no espírito do torneio), o que daria uma ocupação a essa quantidade enorme de "preguiçosos", que não querem fazer nada... Isto durante um mês provocaria problemas pulmonares a cerca de 50% dos tocadores da gaita acabariam por morrer e reduzir em 300.000 os desempregados, o que seria um facto notável para os nossos governantes.
2º Em alternativa, esta ocupação seria atribuida aos 150.000 trabalhadores a recibo verde, o que permitiria obter 75.000 novos empregos,e seria magnífico, já que as promessas do nosso 1º seriam cumpridas  pela metade, o que evitaria que muita gente deixasse de lhe chamar mentiroso.
3º Poderia ser dada essa ocupação aos economistas de todo o mundo, o que representaria o fim dos estudos e re-estudos das finaças mundias, já que não haveria aqueles eminentes ex-governantes, ministros, directores gerais, administradores públicos e privados, governadores de bancos centrais, deputados e deputadas, para fazerem análises e comparações aos estudos dos actuais governantes, ministros, directores gerais, administradores públicos e privados, governadores de bancos centrais, deputados e deputadas, e actuais ex-economistas.
 Mas é urgente que se faça, porque o campeonato pode acabar daqui a dias e ficaremos muito mais pobres, porque não ganhamos a taça e temos que despedir o treinador e uma data de abéculas que de futebol, conhecem o interior da bola, que ao rebentar faz pum, igual ao resultado dum almoço com uma boa feijoada ou tripas-à-moda-do-porto, acompanhado com uma boa pinga de tinto alentejano.
Então força, que se faz tarde.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A Crise

A minha gata Daizy, alertou-me para o facto do nosso primeiro ministro poder estar a ler as minhas mensagens. Esta desconfiança (juntamente com as desconfianças do povo) está ligada ao facto de se estarem a verificar alterações ao que foi determinado anteriormente, o que nos leva a supor que as medidas que preconizamos entrarão brevemente em vigor, porque ao contrário do que foi falado os funcionários públicos já não vão ter uma redução do seu salário. Pelo menos, os Directores Gerais, os Secretários, Os Chefes de Gabinete, enfim, todos aqueles que teriam de ir pedir para a porta dos Congregados (possivelmente do Mosteiro dos Jerónimos, já que a maioria é sulista), para completarem os 5% que deixariam de receber.
Não tenho dúvidas, portanto, que vai ser legalizada a prostituição e a droga em Portugal, pelo que se torna desnecessário cobrar aquela percentagem aos referidos pobrezinhos.
Também o uso obrigatório da vuvuzela, deverá ser aprovado, já que os restantes populares não são abrangidos por aquela isenção, o que mostra que se espera que o uso intensivo daquele instrumento provocará a mortoficação geral, pelo que deixarão de receber salário, tornando-se, por isso, desnecessária aquela medida.
Vou pensar noutras soluções, no sentido de se recuperar rapidamente da crise, possibilitando já para o ano, a recepção de chorudos prémios aos gestores públicos, como o António Mexido, evitando assim, um muito grande ajuntamento à porta das Capelas, Igrejas, Sés e Catedrais, (conforme o nível remuneratório de cada um), possibilitando assim, a entrada sossegada dos turistas lá de fora, desde que os respectivos presidentes não os mandem gozar férias lá dentro.
N.A.- Sulista- indivíduo que vive no Sul do País (de Rio Maior para baixo), bebe garotos e come pasteis de Belem. Também vive maioritariamente à custa dos Nortenhos, que são os que vivem ao Sul da Galiza.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A crise - mais soluções

Mais uma vez venho apelar aos governantes e oposições que deixem de castigar os pobres dos ricos, que têm de pagar mais IRS, mais IVA, mais imposto sobre os prémios, etc. A solução está na vuvuzela. A vuvuzela é um instrumento musical, barato (os pretos não têm dinheiro para mais), que serve para fazer barulho. Ora o barulho não permite que se durma (o dormir é meio sustento) pelo que as pessoas acabarão por defuntar-se e assim será resolvido o problema da fome, do desemprego, da habitação, etc.
Portanto toca a adquirir vuvuzelas (agora que estão em promoção) e aproveitar todas as ocasiões para vuvuzelar, mesmo quando se tem as mãos ocupadas com outras coisas, por exemplo em deslocações motorizadas, de avião, combóio, autocarro ou carrinho de mão.
N.A. - Preto - ser vivo que não é ministro, deputado, alto funcioário público, administrador público ou privado, médico e engenheiro, e que vive de expedientes ou trabalhos temporários, normalmente desempregado ou beneficiário do rendimento mínimo garantido, rendimento de inserção social ou outro.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A crise - a solução

Eu acho que consigo resolver a crise,apesar dos craneos que existem neste país,
estarem a dormir com as soluções que vão propondo. Senão vejamos: Legalizava a prostituição e o negócio da droga... A legalização da prostituição permitia várias coisas:
1ª Ao passarem recibo, que seria duma prestação de serviço, pelo que dedutível, parcialmente em sede de IRS, permitia que fossem conferidas todas as "quecas" dadas neste âmbito e portanto era fácil ao estado calcular este imposto na sua fonte.Teríamos um dia no mês,pelo menos em que haveria "putas" nas repartições de finanças.
2ª Havia necessidade de empregar um maior nº de contabilistas e passaríamos a empregar mais licenciados, especialmente em contabilidade.
3ª Os chulos passariam, obrigatoriamente a deter como habilitações mínimas, o 12º ano na vertente profissional de contabilidade. Chulos sim, mas com formação.
4ª Aqueles que actualmente exercem a actividade, teriam de se reclassificar para aquele nível escolar, pelo que teriam de frequentar um curso de contabilidade, em qualquer umas das universidades portuguesas ou, no mínimo, frequentar um curso de novas oportunidades, o que lhes daria a equivalência necessária para tão rendosa actividade, sendo que também eles seriam taxados, pelo que o imposto seria cobrado em duplicado, equivalendo a taxas semelhantes aos vigaristas, gestores de empresas públicas e privadas, sucateiros, deputados e outros que tais.
Quanto à liberalização do negócio das drogas, leves e pesadas, permitiria que em cada esquina se montasse uma espécie de parquímetro e o drogado teria de introduzir uma moeda, sempre que se dirigisse ao fornecedor.
À semelhança com os parquímetros existentes, o seu rendimento seria pequeno no início, mas depois era um tal ver se te avias e não haveria espaço para tantas moedas.
Portanto, meus amigos, acho que o governo errou ao taxar em mais 1, 1,5% o IRS e 1% o IVA, quando podia aproveitar, um rendimento que existe à face das Estradas e que ninguém reclama do preço, desde que a matéria prima seja boa. Assim evitaríamos os desfiles em auto-estradas sem custos, as manifestações dos comunistas, as reclamações dos professores, os discursos do Francisco Louçâ, todas as declarações de políticos bem e mal intencionados, e as aberturas bombásticas de todos os jornais, escritos, falados e visionados.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Olha o António

O meu neto António finalmente apareceu. É ainda muito pequenino, mas lá para finais de Agosto vai nascer e chatear toda a gente. Parabéns aos pais, com um beijinho muito grande à Isabel.
Muitas felicidades e uma hora pequenina.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

É uma tristeza

Estou muito triste... Descobri que o Zé Socrates não gosta de mim.
Todos sabem que não gosto do Zé, porque ele tem coisas de que se não gosta. Eu nunca disse porquê, mas é o momento de o dizer. 1º eu votei num partido de esquerda e sou governado por um da direita; leva-me os impostos e dá-os aos malandros, "artistas", habilidosos, crápulas e chupistas etc, havendo alguns que recebem 500, ou mais quando pessoas que trabalharam toda a vida recebem 240,;não consegue levar o desemprego além dos 10% ficando-se pelo 5º lugar na Comunidade, atrás da Espanha com 18%; o déficit (o que isto quer que seja) não vai além dos 9,3%, quitando-se no meio da tabela, parecendo o Sporting em pleno campeonato; ele quer acabar com os jornalistas que quebram o segredo de justiça, com as condenações em praça pública, quando se fosse eu já tinha acabado com isso, pois acho que a liberdade de uns acaba quando começa as dos outros e tinha-os mandado para o degredo.
Mas eu estou triste porque me contaram que ele disse que não gostava de mim. Contou-me um primo de Vila Real que ouviu de um cunhado que mora em Alcoentre, que o soube por um cigano de Albufeira, que na feira de Espinho, ouviu contar a uma miuda de Barcelos que teve conhecimento do caso através de uma amiga que trabalha em Chaves e que teve conhecimento através do empregado de mesa do restaurante que serviu o almoço ao Zé e ministros, quando este passou a noite com ela e no fim lhe disse: Se o teu marido (que é informador dos jornais bem informados) tivesse ouvido a conversa que eu ouvi ontem no restaurante!... Então foi assim: o Zé virou-se para os ministros e disse, "eu não gosto do Costa, porque ele não percebe nada de agricultura, pá".
E eu continuo triste

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

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Eu no jornal Terras da Feira

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Artesanato