sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Gata Daizy2

Normalmente não volto aqui tão depressa, mas hoje não pude evitar a vinda. Vim corrigir um cientista, que ao contrário do que estou habituada a ver nos cientistas, caga sentenças sem qualquer nexo. Sempre aprendi que branco misturado com preto dá cinzento (no caso dos portugueses em África deu mulato), mas juntar cinzento com preto dá preto claro? Com franqueza nem uma criança da escola diria tal barbaridade.
Mas bem me têm dito que os cientistas já não são aquilo que eram. Antigamente a gente olhava para um cientista e via homens e mulheres cheios de sabedoria, que lhes escorria pelos cantos da boca e das orelhas (aquela cera pingava como num dia de peregrinação a Fátima) e nós ficávamos muito admirados com aquele aspecto, senhores da fato e gravata, com um lencinho no bolso do casaco tombado no peito e que servia para assinalar que era cientista e também para colocar as escarretas da tuberculose galopante que normalmente os acompanhava. Lembro de ver o Augusto Almedina, casado com a Natércia Guimarães, que no seu conjunto eram autores de todos os livros adoptados no curso liceal, de Biologia, Zoologia, Botânica, Mineralogia e que desfilava sempre com uma pedra, desculpem, uma rocha na mão e que a cada passo perguntava a quem passava que rocha era aquela. Mas se o compararmos com as figuras do Einstein, que conhecemos não era muito diferente, e do Egas Moniz, que andava armado com um martelo e um machado para abrir a cabeça aos doentes.
Hoje não, hoje os cientistas vestem umas calças de ganga e uma t-shirt, acompanhados de uns ténis rotos e babando-se à mesma a gente já não nota, porque a única diferença para o comum dos mortais é que não tem piercings no nariz e no lábio, mas já vi quem tenha umas tatuagens, embora muito selectas, porque de cientistas só o selecto é bom.
Portanto senhoras e senhores cientistas, não sejam analfabetos e aprendam que cinzento e preto dá preto, nem que seja preto escuro.
Um xi
Zaizinha

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

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Eu no jornal Terras da Feira

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Artesanato