quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vivo em democracia 1

A Daizy tem andado muito distraída com um casamento, que ela sabe que vai haver, mas para o qual não foi convidada. Por isso não tem tido tempo para se dedicar aos comentários da democracia, pois o casamento é muito importante para ela, mas não sabe de quem é. Mas há-de descobrir e depois é que vão ser elas.
Mas de qualquer maneira o que ela ouviu na televisão deixou-a um pouco admirada, porque a mesma pessoa pode ter duas intervenções na mesma causa.
A Olivia empregada veio queixar-se de que a Olivia patroa foi escutada no seu palácio, pelo patrão do palácio vizinho. Já se tinha deixado sinal antes, mas só veio queixar-se depois. Mas afinal ninguém a tinha escutado, mas apenas sonhou que poderia ter sido escutada e falou nisso a uma amigo, que foi dizer isso ao jornal, mas depois disse que não disse nada, mas o jornal passou um e-mail a outro jornal e a Olivia disse que esse e-mail lhe foi roubado do computador, mas o e-mail não era o mesmo, mas servia de desculpa para culpar o vizinho, mas o vizinho descartou-se bem e afinal a Olivia patroa ficou na merd.. Enfim uma confusão dos diabos que foi pior que se a conversa se tivesse desenvolvido pleas lavadeiras do rio da pena, se o ria da pena ainda fosse capaz de ter água em condições para as lavadeiras.
Para que servia a escuta do vizinho do palácio do lado à Olivia patroa, se esta é costureira e só faz vestidos por encomenda? Talvez para saber se as linhas eram ancora ou coats, se o tecido era da feira dos tecidos ou da feira de Espinho? O negócio do vizinho são Euros, uns falsos outros verdadeiros e se calhar ficaria melhor ser ela a escutar o vizinho. Dava-lhe mais rendimento.
E depois vir a Olivia empregada falar em nome da Olivia Patroa? Que mal fica uma fazer queixa em nome da outra. Porque não chamou logo a polícia, em vez de vir fazer figura de parva para a rua?
Aqui teemos uma guerra de vizinhos entre a Olivia Patroa e o Zé Socas. Espero que acabe depressa

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

Sou eu

Eu no jornal Terras da Feira

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Artesanato