sexta-feira, 17 de julho de 2009

Deise ou Daizy?

Tenho vindo a colocar msgs com a ajuda da minha gata, que me tem dado algumas dicas e até lições de escrita. Depois do êxito que foi a minha escola de música, vou apregoar um novo dicionário de português (brasilês, portunhol, ou portenglish) e mais uma vez me vou socorrer da minha gata Deise (ou Daizy), que comodamente ronrona palavras e sílabas constantemente no meu colo. É só pegar-lhes e colocá-las aqui.
Vamos começar pelas portuguesíssimas asneiras, que dizem os entendidos, ditas com boa oportunidade, aliviam a dor. (O Dr. Alberto João, deve sofrer muito já que está sempre a dize-las). Oram reparem só, como seria aliviador dizer os três car..., quando a gente leva um chuto nos tomat.., ou vai-te f..., quando o parceiro nos encosta o seu calcanhar à nossa ponta do sapato e acerta mesmo em cima daquele calo, que ainda ontem nos fo... a noite toda. Ou como seria bom dizer VPPQTP, quando estamos a jogar a bola e o nosso adversário nos dá um biqueiro na canela...
Portanto é urgente, eu diria mesmo, muito urgente classificar as asneiras de acordo com o grau de dor, graduando-as conforme o seu valor, de cima para baixo, pensando que a dor máxima deverá ser o pontapé nos ditos e a minina, ouvir os deputados a discursar na assembleia. Assim teríamos que o caral.. e fod.-se estariam no topo, aplicando aos deputados apenas a merda, o que seria de facto um sinónimo de democracia e entusiasmo por quem nos representa, nos governa e se governa, com todo o esforço que uma vida dedicada ao povo e pelo povo lhes dá uma reforma avantajada e que permitem não sofrer as agruras da vida e não terem que dizer que se estão a cagar. (Vi há dias numa enclicopédia uma definição para político, que agradou, rezava assim: Político é um animal mamífero que se alimenta de leite mamando não enquanto pequeno e na teta do povo em adulto).
Por outro lado, temos o ditador da Madeira, que quer acabar com o comunismo, esquecendo-se de que o pau pode ganhar bicho e qualquer dia vai ao fundo, devido à quantidade de buracos que já estão lá feitos. Se aquilo fosse uma banheira tirava-se-lhe o tampão e ia mais depressa, assim temos que esperar que apodreça e que se afunde por si.
Vou acabar, porque o assunto era o dicionário e o esclarecimento cabal do nome da minha gata, se "deise" ou "daizy", porque ela anda aflita sem saber como assinar. Se o nome for português escreve-se da primeira forma, se for inglês da segunda, mas se for brasilês, portunhol, ou portenglish, a desgraçada não sabe como escrever.
Lanço pois aqui um apelo, ajudem a minha gata, que ela não se importa que seja mesmo alguèm a mando do ti Alberto João, pois assim o nome ficará muito mais bonito, porque não terá que se haver com comunismo e comunistas, que são uma camada de chatos e comem gatinas ao pequeno almoço, já que as criancinhas começaram a rarear. Mas ajudem-na, que ela bem merece e está aqui a rebolar-se toda.
Até já. (o seu e-mail é gatadaizy@gmail.com)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Toque da Sineta

Na minha última mensagem abordei, entre outros, a possibilidade da criação de uma escola de toque de pratos, mencionando que poderia ser um bom investimento. Esqueci-me que também sou especialista em sineta, nas variantes badalada e arremesso (especialmente este). Acontece que nestes poucos dias fui abordado por pessoas a pedir informações ácerca do assunto e até oferecendo a sua experiência na matéria.
Ora resolvi contratar uma empresa de estudos de mercado para estudar o assunto e eles detectaram variados nichos de mercado, onde, com algumas especializações, poderíamos ter um óptimo negócio. Relembro que estou a falar do toque de pratos muito em voga em casamentos e descasamentos, que são acompanhados daqueles melódicos "é p'rós noivos" "é p'rós pais da noiva", etc. Então a empresa decobriu, que para além do tradicional toque de prato, há nichos especiais como o toque de prato na gaveta para os algarvios, o toque de prato sem prato, para quem não tem prato, o toque na tigela, o toque no pires, no copo e até na garrafa. Tudo isto são nichos de mercado e ainda outros que se venham a encontrar, que nos permitiram avançar com um pedido de PROCODM (programa comer da música), bem fundamentado e que mereceu rapidamente a aprovação e financiamento em alguns milhares de Euros, dado que a constituição da empresa prevê a admissão de várias pessoas, a saber: um administrador, duas secretárias, um assessor de imprensa, e especialista em marketing e publicidade, um contabilista, um afinador de pratos e dois professores (um para os cursos diurnos e outros para os nocturnos) e o já referido estudioso do mercado. Apareceram uma data de candidatos aos lugares mas optamos por familiares, já que temos os melhores no ramo. Além disso evitamos aquela situação de termos que aturar um indivíduo, que cumpre rigorosamente o horário e que nos olha de través, porque está com uma dor de cabeça, provocada pela sogra que gemeu toda a noite e do filho pequeno que não se calou um segundo. Ele olha-nos dessa maneira, porque pediu para ir ao lado tomar o café e não concordamos com tamanha ousadia.
Assim, com os familiares, sempre podemos ausentar-nos sossegadamente para ir ao ginásio ou às compras (ou até almoçar com os amigos) que o lugar fica entregue a uma pessoa de confiança, da qual não vemos a fronha há, pelo menos, uma semana, que ao que sabemos foi fazer uma viagem de especialização a uma das nossas filiais no estrangeiro.
Voltando à escola ela será especialmente apontada para os pratos, mas teremos outras valências, como a sineta e o aparelho de CD, já que o nosso estudo de mercado aponta para uma procura acentuada nestas variantes.
Vamos iniciar a admissão de alunos no próximo ano lectivo, para o que faremos promoções (um estudante que se inscreva no cursos principal, terá direito a diploma do curso de sineta na variante aremesso, podendo, ainda, escolher outro curso para frequentar com a redução de 50% nas propinas dos dois primeiros anos).
Prevemos que os nossos primeiros alunos estejam no mercado de trabalho em 2015, mas vamos permitir que façam estágios, remunerados ou não, durante todo o tempo do curso.
Fizemos uma consulta aos fornecedores de matéria prima (pratos e facas) e conseguimos preços especiais, com a promessa de que haja pratos com toques para cada caso, podendo ser personalizado o seu toque. Assim no primeiro casamento poderá ser tocado o lá, no segundo o mi e no terceiro o dó, etc.
Esta actividade irá criar vários empregos indirectos, já que é previsivel que durante o curso os alunos vão partindo os pratos, até que consigam aquele toque muito específico, com força, mas sem partir, já que não será muito profissional partir o prato no evento. Poderemos também fornecer os próprios pratos com qualidade superior, com toque personalizado, o que permitirá uma melhor realização.
O nosso estudo de mercado aponta para a exportação, tendo já contactos, com italianos, russos e polacos para o envio da nossa experiência, que se aliaria aos seus costumes, permitindo-nos rapidamente expandir o negócio nestas paragens.
Vá inscrevam-se...

domingo, 5 de julho de 2009

Como Vamos? Um equívoco...

Afinal equivoquei-me... Pareceu-me que o ministro tinha chamado boi ao deputado mas afinal foi burro... Por isso acho muito bem que se tenha demitido. Desconsiderou o animal, ao compará-lo com um deputado. Um burro nunca iria para deputado, mas só os espertos, que se vão governar á nossa custa. Se fosse um boi, ainda vá que não vá. Eles atacam tudo o que vêm e parecem-se mais com o parlamento... Mas há outras variantes, como vai p'ró car..., p'rá p... que te p...., vai-te fod... Tudo isto são expressões que se podem utilizar no parlamento sem que daí se possa tirar outras ilacções que não que os deputados são uma camada de amigos, que se cumprimentam e gostam de variar os cumprimentos.
Não quero deixar passar em claro aquela estória do "estou-me cagando"... Não há dúvida que também este merecia demitir-se (se calhar não o fez porque estava em cima do fim do mandato), porque dizer que se está a cagar não fica bem (costuma-se dizer está gente).
Depois vem aquela que quer deixar de ser portuguesa porque o estado não lhe deu mais dinheiro. Também eu queria ter uma iniciativa que sacasse dinheiro ao país sem ter que justificar para onde ele foi. Como não sei tocar piano, tuba, acordeão, etc., mas sei tocar rádio, giradiscos e campaínhas de portas, o que toda a gente também sabe, não teria interesse nenhum em inicar-me nessa actividade. Mas conheço uma que renderia uns bons patacos e com os milhõesitos do governo, até eu me governava.
Falo do toque de prato. É uma música muito usada em cerimónias, como casamentos e baptizados em que no fim do respasto,(ou entre pratos) se grita é p'rós noivos e toca-se, é pr'ós pais da noiva e toca-se e por aí em diante, pelo que esta actividade tem muita saída.
Bom já agora aproveito que o parlamento está para encerrar para férias e um merecido balanço, para propor que até lá os deputados se apliquem com todas as forças (não para cagar)para que escolham quais as palavras do vocabulário se possam utilizar em cumprimentos entre pares, durante a próxima legislatura.
Assim não teríamos que estar à espera, que um deputado se demita depois de ouvirmos ele a dizer o Presidente é um galgo, ou um Ministro a demitir-se depois de chamar camelo ao deputado.
Cada categoria tem os seus termos e um Presidente é um presidente, um Primeiro Ministro é o nosso primeiro, um Ministro é uma pessoa dedicada ao país, um deputado é um filho da p.., pelo que os nomes porque irão ser tratados deverão considerar estas diferenças.
Até breve.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Como vamos

Estou "varado"!. Um Ministro da República, chama cornudo a um Deputado da República!...
O País está como está e eles preocupam-se com um par de chifres que tudo fizeram para os merecer...
Quando toca a gozar com o "Zé" é um pagode. Além de chifres, ainda o "seviciam" de todas as maneiras. Depois dizem que é "amor". Mas os indivíduos que praticam a violência doméstica são castigados e estes? Recebem bom dinheiro para estarem a dormir na assembleia, ou a tratarem dos seus negócios no exterior, ou ainda afazer as grandes negociatas e têm a reforma mais cedo, o que lhes acontece? Oliveiras e Costas e Loureiros e Jardins e ex-ministros, e ex-deputados, secretários gerais outros Madoffsinhos, que por aí andam, depois de deputados são exploradores de quê? Das boas-fé de muitos que os elegeram e acreditaram que eram bem intencionados. Lá isso eram, mas as intenções eram outras. Eram o seu governo e não o governo que nos pensávamos.
Por isso acho que merecem todos um bom par de cornos e o Manuelzinho Pinho devia ser louvado e não demitido, porque ele expressou, sem dúvida, o que a maioria dos eleitores pensa.

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

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Eu no jornal Terras da Feira

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Artesanato