sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Isto é que é...

Eu tenho visto ultimamente algo que nunca vi e que me dá para perguntar: o que é que a extrema direita e extrema esquerda têm em comum além de Portas?
Têm uma política des extrema e que esquecendo que existe um país, vai tentando dar nas vistas e subir às costas de um povo. É "lindo" ver quatro partidos a tentar levar as suas ideias em frente esquecendo que o país paga impostos para ser governado e não desgovernado. Não sendo fâ de Sócrates que tem sido um 1º Ministro de Esquerda com políticas de Direita (o que ninguèm na direita teve tomates para ter) mas que tem paulatinamente levado o país para locais menos pantanosos. Ou será que alguém pensa que 10% de desemprego em Portugal é pior que 19% em Espanha, que é um país com melhores ordenados e níveis de vida? Será que os patrões que perderam os rendimentos que lhes permitia ter casas de praia, férias no estrangeiro, amantes muito boas, com casacos de peles, mercedolas, audisitos ou bm's, são militantes do PS, PCP ou BE?. Não serão antes CDS, ou PPD's?
Eu pago mais IRS por mês que a maioria dos reformados recebem de pensão, não terei o direito de dizer, que, os que trabalham por conta própria também têm de pagar mensalmente os seus impostos( e não trimestralmente como pagavam) e que esses senhores aprovaram para que deixem de pagar? Ou será que os seus comparsas têm mais direitos que os ooutros? Ou há moralidade ou comem todos, é um aforismo popular, que se cumpra...
Eu daqui proponho, já que todos assim querem, que se comece por despedir da função pública, os deputados que são funcionários públicos, já que o seu desprendimento nacional não se importa de receberem um chorudo ordenado da assembleia, tendo uma reforma ao fim de 3 mandatos com todos os anexos financeiros de reintegração, o que lhes permite heroicamente prescindir da sua reforma da F.P., permitindo ao país ressarcir-se do prejuizo que normalmente a maioria provoca no erário público.
Meus senhores tenham vergonha e deixem-se de se vingar do governo, já que tem a maioria, deverá governar e os deputados apenas legislar. Daqui a 4 anos o povo tem oportunidade de castigar quem entender.
Um xi

Isto é qque é...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

que coisa...

Acabei por descobrir o que tenho feito da minha arte, montes de cascalho... São coisas, de facto, de cascalho, que poderão parecer outras coisas, mas são montes de cascalho... E o cascalho só serve para ser pisado, calcado, enfim não serve para nada.
Mas vou continuar a fazer cascalho, a cascalhar, e a tentar do cascalho dar formas diferentes, que pareçam que são bonitas, e que continuem a não servir para nada.
Cascalho...
Um xi muito grande

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Face oculta1

Tenho andado a ouvir falar na face oculta e só me lembro que estão envolvidos dos godinhos até ao penedos, que servem para saltar à vara. Tenho procurado, mas não encontro, calhaus e rochas, mas parece que andam só mais os pinhos e costas.
Isto de dar luvas, dádivas e outras ofertas é um bom sinal. Todos terão perdão já que, como diria saramago, quem dá aos homens empresta a deus.
Isto de oferecer ofertas para receber benesses não é novo. Já D. Afonso Henriques o fazia. A rainha D.Isabel que respondeu ao rei "são rosas senhor", se fora hoje pouco difereria, apenas alterava para "são rosas e laranjas senhor", pelo que a diferença seria mínima. Agora vejam que esta gente está toda de molho, ou ao molho? O que sei é que davam com uma mão e tiravam com a outra, ou não fossem luvas. Mas vamos ver que um simples mercedolas descapotável servia para pouca coisa, se nem mesmo para demitir um administrador não colaborante chegava... Tudo boa gente e nós que os aturemos.
Ainda vamos ver os godinhos e os penedos a rolar por aí, a dizer que não é nada com eles, e que a culpa é das rochas e dos calhaus.
Esperemos e veremos que é que salta à vara.
Um xi

PS: A minha madrinha continua sem aparecer. Não sei se ela não rolou também

domingo, 1 de novembro de 2009

Face oculta

Caros amigos,
Tenho ouvido falar muito da face oculta e ainda não percebo o que é. Mas também sou uma gata e não sou abrigada a saber..., mas ouvi falar de pessoas que davam e recebiam dinheiro para fazer o que toda a gente faz, corrupção. Um geito aqui, outro geitinho ali, e lá se vai endireitando a vida, com um subornozito para ajudar a comprar uma coisa pequena, que até poder ser um mercedes para ir passear com a família e dar umas voltas com as amigas. Então olhar pela vidinha não é possível? Nem que para isso seja necessário mudar o ministro que não alinha nos arranjinhos. E aquele gestor (administrador) que recebe milhões por ano e se contenta com 10.000 para falar ao amigo? O que são 10.000 comparado com os milhões que são distribuidos pelos companheiros para que a vida corra, políticos, polícias, gestores, advogados, etc., tudo boa gente, bons pais de família que arrotam seriedade em todos os lugares públicos que frequentam, mas que tossem corrupção ao telefone`, e tão alto que até a polícia ouve.
Mas eu acho que isto já nasceu com o país... Lembram-se que D.Afonso Henriques teve de bater na mãe, porque ela fazia uns geitinhos aos espanhois, que queriam aproveitar o que por cá havia. E D.Dinis, que encontrou a mulher a distribuir rosas pelos necessitados da altura. Agora são os rosas que recebem dos necessitados do momento.
Se viermos a ler a história até aos nossos dias vemos que ora uns ora outros vão dando e recebendo, conforme precisam ou não de orientar umas coisitas. Até carris do combóio servem para a coisa, embora esses malfadados pjotas, não consigam perceber que isto é uma necessidade nacional, sem corrupção não há negócios, porque há muita gente a querer fazê-los e como toda a gente sabe não chegam para todos.
Bom a minha madrinha ainda não veio ver-me e acho que vou fazer umas doaçõesitas a ver se alguém ma consegue mostrar.
Um xi
Zeizinha

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Por um casamento

Caros amigos,
Apesar de eu escrever uns "bitaites", aqui no blog, eu não passo de um elemento da família dos felídeos e espécie Felis ocreata, em suma uma gata, que não é nem lavadeira, nem calhandreira, talvez um pouco cusca, mas gosta de dizer umas coisas. Tenho uma vida negra, mas seis não são, pelo que vou andando mais ou menos bem fazendo companhia a outra gata que não da mesma espécie, é humana do género feminino, que me adoptou e com quem gosto de ronronar.
Bom, a minha vinda aqui, tem a ver com um casamento para o qual não fui convidada mas em que estive presente, numa das minhas outras seis vidas, e que ninguém notou.
Então vi a minha madrinha, muito bonita, no seu vestido branco, toda emocionada, com a cauda a arrastar no chão (a minha não arrasta)a andar agarrada ao meu tio, (talvez para não cair)em direcção ao outro tio, com quem eu gosto de dormir.Estava muita gente, numa casa grande com flores, santos e santinhos Eles namoraram um pouco e um senhor com uma coisa pelas costas disse umas palavras e depois eles sairam, atiraram-lhe arroz e flores e depois foram para o restaurante. Lá tiraram muitos retratos e fizeram muitas brincadeiras (até havia um palhaço) e depois foram comer. Comeram muito, pelo memos estiveram muito tempo na mesa, e foram para outro sítio comer. Comeram bacalhau, carne, bolo, muita fruta e beberam vinho e champanhe. Depois comeram bolo outra vez e deitaram uns foguetes que me assustaram. Depois a madrinha foi embora e não se despediu de mim. Mas não foi com os tios para casa, que eu não a vi. Agora tenho que dormir com a tia, porque a madrinha não aparece. Está ali o carro dela, mas ela não. Até a velha peluda anda às voltas à sua procura. Espero que ela apareça, sem demora, pois estamos muito tristes.
Um xi
Deizinha

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Gata Daizy2

Normalmente não volto aqui tão depressa, mas hoje não pude evitar a vinda. Vim corrigir um cientista, que ao contrário do que estou habituada a ver nos cientistas, caga sentenças sem qualquer nexo. Sempre aprendi que branco misturado com preto dá cinzento (no caso dos portugueses em África deu mulato), mas juntar cinzento com preto dá preto claro? Com franqueza nem uma criança da escola diria tal barbaridade.
Mas bem me têm dito que os cientistas já não são aquilo que eram. Antigamente a gente olhava para um cientista e via homens e mulheres cheios de sabedoria, que lhes escorria pelos cantos da boca e das orelhas (aquela cera pingava como num dia de peregrinação a Fátima) e nós ficávamos muito admirados com aquele aspecto, senhores da fato e gravata, com um lencinho no bolso do casaco tombado no peito e que servia para assinalar que era cientista e também para colocar as escarretas da tuberculose galopante que normalmente os acompanhava. Lembro de ver o Augusto Almedina, casado com a Natércia Guimarães, que no seu conjunto eram autores de todos os livros adoptados no curso liceal, de Biologia, Zoologia, Botânica, Mineralogia e que desfilava sempre com uma pedra, desculpem, uma rocha na mão e que a cada passo perguntava a quem passava que rocha era aquela. Mas se o compararmos com as figuras do Einstein, que conhecemos não era muito diferente, e do Egas Moniz, que andava armado com um martelo e um machado para abrir a cabeça aos doentes.
Hoje não, hoje os cientistas vestem umas calças de ganga e uma t-shirt, acompanhados de uns ténis rotos e babando-se à mesma a gente já não nota, porque a única diferença para o comum dos mortais é que não tem piercings no nariz e no lábio, mas já vi quem tenha umas tatuagens, embora muito selectas, porque de cientistas só o selecto é bom.
Portanto senhoras e senhores cientistas, não sejam analfabetos e aprendam que cinzento e preto dá preto, nem que seja preto escuro.
Um xi
Zaizinha

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Gata Daizy 1

Meus amigos isto não está bem!... Andam por aí a chamar-me mentirosa, porque eu fiz um comentário ácerca de um casamento e afirmei que era descendente de escravos africanos;
Vamos lá a ver. Eu sou preta, mesmo que a minha mãe o não seja, pelo que descendo de pretos e estes são originários de África. Portanto os meus antepassados deixaram o continente africano, só pode ter sido para serem escravos, pelo que eu também sou escrava. (filho de escravo é escravo). Dizem que a minha mãe era francesa... Só pode ser filha de uma mãe preta e um aristrocrata, pelo que também ela é escrava. Mas vejamos, porque sendo eu preta, tenhos os genes pretos e ou a teoria do Gregório Mendel está correcta ou aconteceu-lhe o mesmo que à do Carl Marx, que deu em nada e afinal estava errada e era uma merda que enganou muita gente.
Vejam o meu primo Obamaa Loja, que ninguém duvida que descende de africanos que foram escravos e ele é um grande presidente. Bombardeia o Iraque o Irão, etc, e no dia que bombardeia a Lua, recebe o prémio nobel. É Um grande homem este Obamaa Loja pois achou que os lunáticos eram perigosos e vai daí levaram com um satélitezito em cima que se lixaram.
Como ele também estou talhada para grandes feitos, apesar das màs linguas me andarem por aí a difamar e me apetecer pouco trabalhar.
Um xi
Zaizinha

domingo, 4 de outubro de 2009

A Gata Daizy

Tenho estado para aqui a mandar uns bitaites, mas não conhecem a minha pessoa. Sou uma gata preta filha de uma emigrante da América do Sul com pai incógnito, e descendente de escravos importados de Africa. Mantenho a minha cor original, o que significa que a minha estirpe se manteve sempre dentro dos africanos. Não vou ter descendência, porque a minha patroa me mandar "capar" (capar o gato) e então vou manter-me assim até ao fim dos meus dias. Gosto muito de gumezinho e os meus horizontes são curtos; passeio dentro de casa e olho até ao portão (às vezes vou ao jardim), mas prefiro ficar deitada a ver o sol passar. Entendo um pouco de linguas (linguas de gato, estufadas e linguas de bacalhau) e entendo um pouco do que me dizem, a minha tia e os meus tios, mesmo o mouro.
Bom, vamos ao que interessa: há dias vi na televisão um concurso (não percebi o que disseram, porque não falaram em nenhumas das línguas que entendo) em que ganhava quem fosse mais sério a rir. Vi que concorreram o Zézito, a Manelita, o Paulito, o Xiquito, o Jeronito e outros mais, mas como só contava os 5 primeiros, não liguei para estes. Quem ganhou foi o Zézito, mas mesmo assim ficou com cara chateada, porque tem que dividir o prémio com outro e não sabe com qual. A Manelita, ficou chateada que nem um peru, pois ela pensava que ganhava, mas como a cara dela era muito séria não conseguiu sorrir, além disso em concursos anteriores ganhou, mas os outros não sorriram. Quem sorriu mas não ficou sério foi o Paulito, que teve qualquer coisa com os submarinos ao fundo. Não se sabe o que aconteceu, mas aconteceu. O Xiquito que pensava que ficava à frente do Paulito ficou mais sério que um pau. Este nunca sorriu, merecia perder. O Jeronito que costumava ficar à frente do Paulito e do Xiquito também sorriu amarelo.
O prémio que o Zézito tem que dividir com um dos outros, ou dois, é um doação obrigatória que milhões têm que doar obrigatóriamente, e que é a doer. Depois uns senhores muitos sorridentes reunem para dormir (a maioria) numas cadeiras grandes, mas que não têm uma manta como a minha. Depois dois ou três falam e os outros acordam e levantam a mão.
Isto é um concurso muito giro, que eu gosto de ver, porque não entendo nada, (como as pessoas) mas ficam muito bem na televisão. Eu gosto muito do Zézito e quando for gente quero ser como ele. Como a Manelita não gostava de ser, pois parece um peixe seco e para mim só pasta gumezinho ou viscas.
Até

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vivo em democracia 1

A Daizy tem andado muito distraída com um casamento, que ela sabe que vai haver, mas para o qual não foi convidada. Por isso não tem tido tempo para se dedicar aos comentários da democracia, pois o casamento é muito importante para ela, mas não sabe de quem é. Mas há-de descobrir e depois é que vão ser elas.
Mas de qualquer maneira o que ela ouviu na televisão deixou-a um pouco admirada, porque a mesma pessoa pode ter duas intervenções na mesma causa.
A Olivia empregada veio queixar-se de que a Olivia patroa foi escutada no seu palácio, pelo patrão do palácio vizinho. Já se tinha deixado sinal antes, mas só veio queixar-se depois. Mas afinal ninguém a tinha escutado, mas apenas sonhou que poderia ter sido escutada e falou nisso a uma amigo, que foi dizer isso ao jornal, mas depois disse que não disse nada, mas o jornal passou um e-mail a outro jornal e a Olivia disse que esse e-mail lhe foi roubado do computador, mas o e-mail não era o mesmo, mas servia de desculpa para culpar o vizinho, mas o vizinho descartou-se bem e afinal a Olivia patroa ficou na merd.. Enfim uma confusão dos diabos que foi pior que se a conversa se tivesse desenvolvido pleas lavadeiras do rio da pena, se o ria da pena ainda fosse capaz de ter água em condições para as lavadeiras.
Para que servia a escuta do vizinho do palácio do lado à Olivia patroa, se esta é costureira e só faz vestidos por encomenda? Talvez para saber se as linhas eram ancora ou coats, se o tecido era da feira dos tecidos ou da feira de Espinho? O negócio do vizinho são Euros, uns falsos outros verdadeiros e se calhar ficaria melhor ser ela a escutar o vizinho. Dava-lhe mais rendimento.
E depois vir a Olivia empregada falar em nome da Olivia Patroa? Que mal fica uma fazer queixa em nome da outra. Porque não chamou logo a polícia, em vez de vir fazer figura de parva para a rua?
Aqui teemos uma guerra de vizinhos entre a Olivia Patroa e o Zé Socas. Espero que acabe depressa

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Vivo em democracia

A minha gata Daizy (Deisinha para os amigos), passa muito tempo sózinha e por isso medita (e também me dita) coisas que depois me faz passar a escrito. Desta vez, na pachorice da janela do escritório ela contou como foi um congresso onde ela esteve e que se destinava a escolher o gato do pedaço. Na discussão de quem seria escolhido apareceram dois concorrentes: um pedaço de gato e a gata velha. O gato era um pedaço de mau caminho que levaria qualquer gata ao gatamento, os miados e ronronados eram fatais.A gata velha era magrela, escanzelada e feia como burra, a quem não valia a pena miar, mas tinha muita gente que se queria fazer ao tacho. Tinha poder...
Depois de muita discussão, miada e arranhadela lá escolheram a gata velha para gato do pedaço. Ela manda nos gatos todos, nos brancos, pretos e amarelos (menos nos cor de rosa, que não são tolos e escolheram outro gato) tem a mania de que é avó de todos, fala pouco mas não acerta muito. Ela anda numa roda só, vai do cavaco até ao jardim, andam todos à roda dela, agarrados à sua saia, caçam os ratos e os pardais, por todos os lados para lhe darem, a ver se caçam alguma coisa. Há dias ela teve de escolher uns gatos para tentarem governar a gatice. Apareceram os gatos todos, os bons, os feios, os porcos e os maus. Ela escolheu-os a todos, excepto o pedaço de gato, que coitado teve que recolher as unhas que lhe foram cortadas rentes e acabaram-se-lhe as mamas, onde tinha vindo a mamar desde pequeno. Nem miar lhe adianta. Mas é uma pena...
Esta gata velha cortou-lhe as unhas rentes, porque achou que era muito mau ter o inimigo ao pé de si.Como ela é ingénua!
Se ele estivesse ao pé de si as unhas não voltavam a crescer e ela podia-lhe pôr o olho em cima. Assim ele vai andar a arranhar por aí, a miar no seio das gatas novas e qualquer dia quando ela se tocar ele está-lhe a miar na cabeça e a coçar nas costas e ela não sabe onde se meter.
Ela, como é democrata, correu com o inimigo. É assim que todos devem fazer, correr com o inimigo, ainda por cima um pedaço de gato, pois só as ideias do "chefe" é têm valor, aos outros, coitados, falta-lhes o saber da experiência.As gatas que se danem. É assim a democracia.
A minha gata acha, que se perdeu uma grande oportunidade de escolher um pedaço de gato, o que iria provocar uma euforia gatal, com muitas cócegas na barriga e miados terninhos.
Um xi ronronado

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Deise ou Daizy?

Tenho vindo a colocar msgs com a ajuda da minha gata, que me tem dado algumas dicas e até lições de escrita. Depois do êxito que foi a minha escola de música, vou apregoar um novo dicionário de português (brasilês, portunhol, ou portenglish) e mais uma vez me vou socorrer da minha gata Deise (ou Daizy), que comodamente ronrona palavras e sílabas constantemente no meu colo. É só pegar-lhes e colocá-las aqui.
Vamos começar pelas portuguesíssimas asneiras, que dizem os entendidos, ditas com boa oportunidade, aliviam a dor. (O Dr. Alberto João, deve sofrer muito já que está sempre a dize-las). Oram reparem só, como seria aliviador dizer os três car..., quando a gente leva um chuto nos tomat.., ou vai-te f..., quando o parceiro nos encosta o seu calcanhar à nossa ponta do sapato e acerta mesmo em cima daquele calo, que ainda ontem nos fo... a noite toda. Ou como seria bom dizer VPPQTP, quando estamos a jogar a bola e o nosso adversário nos dá um biqueiro na canela...
Portanto é urgente, eu diria mesmo, muito urgente classificar as asneiras de acordo com o grau de dor, graduando-as conforme o seu valor, de cima para baixo, pensando que a dor máxima deverá ser o pontapé nos ditos e a minina, ouvir os deputados a discursar na assembleia. Assim teríamos que o caral.. e fod.-se estariam no topo, aplicando aos deputados apenas a merda, o que seria de facto um sinónimo de democracia e entusiasmo por quem nos representa, nos governa e se governa, com todo o esforço que uma vida dedicada ao povo e pelo povo lhes dá uma reforma avantajada e que permitem não sofrer as agruras da vida e não terem que dizer que se estão a cagar. (Vi há dias numa enclicopédia uma definição para político, que agradou, rezava assim: Político é um animal mamífero que se alimenta de leite mamando não enquanto pequeno e na teta do povo em adulto).
Por outro lado, temos o ditador da Madeira, que quer acabar com o comunismo, esquecendo-se de que o pau pode ganhar bicho e qualquer dia vai ao fundo, devido à quantidade de buracos que já estão lá feitos. Se aquilo fosse uma banheira tirava-se-lhe o tampão e ia mais depressa, assim temos que esperar que apodreça e que se afunde por si.
Vou acabar, porque o assunto era o dicionário e o esclarecimento cabal do nome da minha gata, se "deise" ou "daizy", porque ela anda aflita sem saber como assinar. Se o nome for português escreve-se da primeira forma, se for inglês da segunda, mas se for brasilês, portunhol, ou portenglish, a desgraçada não sabe como escrever.
Lanço pois aqui um apelo, ajudem a minha gata, que ela não se importa que seja mesmo alguèm a mando do ti Alberto João, pois assim o nome ficará muito mais bonito, porque não terá que se haver com comunismo e comunistas, que são uma camada de chatos e comem gatinas ao pequeno almoço, já que as criancinhas começaram a rarear. Mas ajudem-na, que ela bem merece e está aqui a rebolar-se toda.
Até já. (o seu e-mail é gatadaizy@gmail.com)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Toque da Sineta

Na minha última mensagem abordei, entre outros, a possibilidade da criação de uma escola de toque de pratos, mencionando que poderia ser um bom investimento. Esqueci-me que também sou especialista em sineta, nas variantes badalada e arremesso (especialmente este). Acontece que nestes poucos dias fui abordado por pessoas a pedir informações ácerca do assunto e até oferecendo a sua experiência na matéria.
Ora resolvi contratar uma empresa de estudos de mercado para estudar o assunto e eles detectaram variados nichos de mercado, onde, com algumas especializações, poderíamos ter um óptimo negócio. Relembro que estou a falar do toque de pratos muito em voga em casamentos e descasamentos, que são acompanhados daqueles melódicos "é p'rós noivos" "é p'rós pais da noiva", etc. Então a empresa decobriu, que para além do tradicional toque de prato, há nichos especiais como o toque de prato na gaveta para os algarvios, o toque de prato sem prato, para quem não tem prato, o toque na tigela, o toque no pires, no copo e até na garrafa. Tudo isto são nichos de mercado e ainda outros que se venham a encontrar, que nos permitiram avançar com um pedido de PROCODM (programa comer da música), bem fundamentado e que mereceu rapidamente a aprovação e financiamento em alguns milhares de Euros, dado que a constituição da empresa prevê a admissão de várias pessoas, a saber: um administrador, duas secretárias, um assessor de imprensa, e especialista em marketing e publicidade, um contabilista, um afinador de pratos e dois professores (um para os cursos diurnos e outros para os nocturnos) e o já referido estudioso do mercado. Apareceram uma data de candidatos aos lugares mas optamos por familiares, já que temos os melhores no ramo. Além disso evitamos aquela situação de termos que aturar um indivíduo, que cumpre rigorosamente o horário e que nos olha de través, porque está com uma dor de cabeça, provocada pela sogra que gemeu toda a noite e do filho pequeno que não se calou um segundo. Ele olha-nos dessa maneira, porque pediu para ir ao lado tomar o café e não concordamos com tamanha ousadia.
Assim, com os familiares, sempre podemos ausentar-nos sossegadamente para ir ao ginásio ou às compras (ou até almoçar com os amigos) que o lugar fica entregue a uma pessoa de confiança, da qual não vemos a fronha há, pelo menos, uma semana, que ao que sabemos foi fazer uma viagem de especialização a uma das nossas filiais no estrangeiro.
Voltando à escola ela será especialmente apontada para os pratos, mas teremos outras valências, como a sineta e o aparelho de CD, já que o nosso estudo de mercado aponta para uma procura acentuada nestas variantes.
Vamos iniciar a admissão de alunos no próximo ano lectivo, para o que faremos promoções (um estudante que se inscreva no cursos principal, terá direito a diploma do curso de sineta na variante aremesso, podendo, ainda, escolher outro curso para frequentar com a redução de 50% nas propinas dos dois primeiros anos).
Prevemos que os nossos primeiros alunos estejam no mercado de trabalho em 2015, mas vamos permitir que façam estágios, remunerados ou não, durante todo o tempo do curso.
Fizemos uma consulta aos fornecedores de matéria prima (pratos e facas) e conseguimos preços especiais, com a promessa de que haja pratos com toques para cada caso, podendo ser personalizado o seu toque. Assim no primeiro casamento poderá ser tocado o lá, no segundo o mi e no terceiro o dó, etc.
Esta actividade irá criar vários empregos indirectos, já que é previsivel que durante o curso os alunos vão partindo os pratos, até que consigam aquele toque muito específico, com força, mas sem partir, já que não será muito profissional partir o prato no evento. Poderemos também fornecer os próprios pratos com qualidade superior, com toque personalizado, o que permitirá uma melhor realização.
O nosso estudo de mercado aponta para a exportação, tendo já contactos, com italianos, russos e polacos para o envio da nossa experiência, que se aliaria aos seus costumes, permitindo-nos rapidamente expandir o negócio nestas paragens.
Vá inscrevam-se...

domingo, 5 de julho de 2009

Como Vamos? Um equívoco...

Afinal equivoquei-me... Pareceu-me que o ministro tinha chamado boi ao deputado mas afinal foi burro... Por isso acho muito bem que se tenha demitido. Desconsiderou o animal, ao compará-lo com um deputado. Um burro nunca iria para deputado, mas só os espertos, que se vão governar á nossa custa. Se fosse um boi, ainda vá que não vá. Eles atacam tudo o que vêm e parecem-se mais com o parlamento... Mas há outras variantes, como vai p'ró car..., p'rá p... que te p...., vai-te fod... Tudo isto são expressões que se podem utilizar no parlamento sem que daí se possa tirar outras ilacções que não que os deputados são uma camada de amigos, que se cumprimentam e gostam de variar os cumprimentos.
Não quero deixar passar em claro aquela estória do "estou-me cagando"... Não há dúvida que também este merecia demitir-se (se calhar não o fez porque estava em cima do fim do mandato), porque dizer que se está a cagar não fica bem (costuma-se dizer está gente).
Depois vem aquela que quer deixar de ser portuguesa porque o estado não lhe deu mais dinheiro. Também eu queria ter uma iniciativa que sacasse dinheiro ao país sem ter que justificar para onde ele foi. Como não sei tocar piano, tuba, acordeão, etc., mas sei tocar rádio, giradiscos e campaínhas de portas, o que toda a gente também sabe, não teria interesse nenhum em inicar-me nessa actividade. Mas conheço uma que renderia uns bons patacos e com os milhõesitos do governo, até eu me governava.
Falo do toque de prato. É uma música muito usada em cerimónias, como casamentos e baptizados em que no fim do respasto,(ou entre pratos) se grita é p'rós noivos e toca-se, é pr'ós pais da noiva e toca-se e por aí em diante, pelo que esta actividade tem muita saída.
Bom já agora aproveito que o parlamento está para encerrar para férias e um merecido balanço, para propor que até lá os deputados se apliquem com todas as forças (não para cagar)para que escolham quais as palavras do vocabulário se possam utilizar em cumprimentos entre pares, durante a próxima legislatura.
Assim não teríamos que estar à espera, que um deputado se demita depois de ouvirmos ele a dizer o Presidente é um galgo, ou um Ministro a demitir-se depois de chamar camelo ao deputado.
Cada categoria tem os seus termos e um Presidente é um presidente, um Primeiro Ministro é o nosso primeiro, um Ministro é uma pessoa dedicada ao país, um deputado é um filho da p.., pelo que os nomes porque irão ser tratados deverão considerar estas diferenças.
Até breve.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Como vamos

Estou "varado"!. Um Ministro da República, chama cornudo a um Deputado da República!...
O País está como está e eles preocupam-se com um par de chifres que tudo fizeram para os merecer...
Quando toca a gozar com o "Zé" é um pagode. Além de chifres, ainda o "seviciam" de todas as maneiras. Depois dizem que é "amor". Mas os indivíduos que praticam a violência doméstica são castigados e estes? Recebem bom dinheiro para estarem a dormir na assembleia, ou a tratarem dos seus negócios no exterior, ou ainda afazer as grandes negociatas e têm a reforma mais cedo, o que lhes acontece? Oliveiras e Costas e Loureiros e Jardins e ex-ministros, e ex-deputados, secretários gerais outros Madoffsinhos, que por aí andam, depois de deputados são exploradores de quê? Das boas-fé de muitos que os elegeram e acreditaram que eram bem intencionados. Lá isso eram, mas as intenções eram outras. Eram o seu governo e não o governo que nos pensávamos.
Por isso acho que merecem todos um bom par de cornos e o Manuelzinho Pinho devia ser louvado e não demitido, porque ele expressou, sem dúvida, o que a maioria dos eleitores pensa.

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

Sou eu

Eu no jornal Terras da Feira

Eu no jornal Terras da Feira
Artesanato