sexta-feira, 4 de abril de 2008

O meu burro há-de aparecer

A cultura neste País é uma miragem.Pus aqui uma msg sobre o acofrdo ortográfico e nem uma só alma o leu.Não interessa. Fala-se de qualquer modo e escreve-se "à la gardere".
Assim passo à frente e acho que ninguém se interessa pelo novo acordo ortográfico e lá para o ano 2014, vão-se ver gregos para intrepertar os que se diz.
Todos os que me conhecem sabe que sou doido por burros, esses animais pacatos, (às vezes indósseis) que se passeiam em alguns lugares e que deixaram de ser úteis, porque os motores a explosão, a diesel e até a biodisel, fizeram com que as suas 4 patas deixassem de ter interesse para a maioria dos trabalhos para que inicialmente foram criados.
Assim, alguns "maduros", vão cuidando dos burros (de quatro patas) para que se pavoreien nas ruas da sua cidade com uma almofadas às costas a fingir que são sacos de milho para o moinho ou farinha para o pão.
Falo dos de quatro patas porque os outros têm manias piores que estes e estas não se resolvem com uma cenoura ou um balde de cevada. Há quem queira menos de 35 horas semanais, um ordenado igual a 4 ou 5 salários mínimos, que não tenha de ser avaliado e que seja ele a avaliar os outros. Para isto faz greves, manifestações e protestos à porta do 1º Ministro. Esquece que o de 4 patas não pode sequer fugir à carga que lhe pôem às costas e que se fizer muito barulho dão-lhe porrada nas costas.
Os outros querem andar às costas dos nossos impostos, ter muitas férias ensinar pouco, porque muito faz mal ao juizo.
Portanto continuo a gostar dos burros de quatro patas e a pensar que os outros são mesmo burros e os que não são, são os que se dedicam e às vezes pensam que são burros, porque trabalham muito e os colegas que não trabalham dizem que não são.
Já viram a diferença entre as várias espécies?

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

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Eu no jornal Terras da Feira

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Artesanato