segunda-feira, 31 de março de 2008

O Pastel-de-nata

Caros amigos,
Li há dias que foi aprovado um novo acordo ortográfico e que temos 6 anos para nos adaptarmos.
Lembreime que a partir de agora eu não sei escrever português (ou brasilês, ou caboverdês, angolês, moçambiquês ou até timorês), mas vou tentar e então lembrei-me do pastel-de-nata (pasteldenata): o dito pastel é a sumidade na sua especialidade (nata da sociedade, dos estudantes, da politica), mas pode dar aso a algumas dúvidas (duvidas), tais como: nata_ção, nata_cinha, nata_lina, nata_l, etc. (ainda existe?). Mas a verdade é que a nata, como creme que é, também dá origem a cremoso, crematorio, cremação (ou cremassão).
Mas voltando ao acordo. Como vamos escrever pitorico (pictórico) - da pintura ou pitos (pictos-antigos habitantes da Escócia), será que não vão gerar segundas intenções?
Mas uma coisa eu posso desde já afirmar, apesar dos 6 anos que me faltam para saber escrever português, é que as habitantes do Brasil, vão ser as Brasas, e os Brasos terão razão quando nos chamam Portugas, chamaremos Timorosas às habitantes do Timor, Moçambicosas às do Moçambique, Angulosas às de Angola, e Verdascas às de Cabo Verde.
Portanto como vêm para comer um simples pastel-de-nata, damos voltas à cabeça e temos que estudar um acordo ortográfico, que durante 6 anos nos vai encher a paciência de mesquinhices e provocar um stress danado, porque na pastelaria não saberei se vou comer o pastel com ou sem ifens, que poderão engasgarme e tornarme uma pessoa mal disposta, porque se já tentaram diglutir um ifen, então saberão como é difícil digerilo e mesmo com sais-de-fruto (saisdefruto), pode provocar profundos arrotos. Portanto, e até saberen de cor o acordo ortográfico abstenhamsse de comer o pastel de nata.
Um abraço

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

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Eu no jornal Terras da Feira

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Artesanato