quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Artesanato

Estivemos na IV Feira de Artesanato de Maceda, onde se encontraram mais de 40 artesãos, dos concelhos de Ovar, Espinho, Santa Maria da Feira, S.João da Madeira, Oliveira de Azemeis e Guimarães. A feira teve muita animação, com muitos visitantes e poucos compradores, mas mesmo assim valeu a pena. Reencontraram-se amigos e conhecidosn e discutiram-se problemas.
No próximo fim de semana (20 e 21) vamos estar em Oliveira de Azemeis, numa feira que vai comemorar o dia da mobilidade. Esperamos que tudo corra bem.
Até lá e apareçam se puderem.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

O imposto é imposto

Estamos a chegar ao ponto que só de burro se poderá andar na rua. Tudo o resto se torna impraticável, já que a gasolina se aproxima do infinito e as estradas do seu fim. A gasolina atinge valores impensáveis, porque as empresas têm de ganhar milhares de milhões. Se o Estado fixasse um limite de lucro a partir do qual o IRC se tornasse o dobro, as empresas deixariam de continuar a apostar nos lucros.
Já as estradas, estão uma miséria. São buracos, lagos e até rios, que se desenvolvem nas nossas estradas, que as há impraticaveis. Depois as empresas, para ganharem rios de dinheiro, vêm, abrem um buraco, assentam os seus dispositivos, fecham mal e vão-se embora. Ninguèm os chateia. Se por acaso, as Câmaras Municipais, só deixassem abrir buracos uma vez por década, as empresas preocupavam-se em aproveitar os buracos de umas para resolver os seus problemas.
Os lucros seriam maiores, concerteza...
Mas é assim! Ninguém liga e o contribuinte é pagante. Paga os impostos, a gasolina e seus impostos, os prejuizos do seu carro e os impostos do concerto, os medicamentos para tratar as doenças provocadas pelos pagamentos e os respectivos impostos.
Se analizarmos bem metade do que o contribuinte paga é em impostos, porque em tudo que ele paga tem impostos, do que come um quarto é impostos, porque paga 21% de IVa que é um imposto. do que veste um quarto é imposto, paga imposto para andar a pé na rua, porque o que calça paga imposto, paga imposto para ir à casa de banho, porque a água, o sabão e o papel higiénico paga imposto, quando puxa o autoclismo paga imposto, porque paga imposto do saneamento, e quando põe o papel higiénico no caixote do lixo, porque paga imposto para o lixo.
Enfim é só imposto, até mesmo para estar a ver a chuva cair, porque tem de ter a luz acesa e esta paga imposto.
Portanto não vale a pena lamentar-se pague o imposto que lhe é imposto, por quem ter poder para lhe impôr o imposto. Se não pagar o imposto que lhe é imposto, por quem tem poder para impôr o imposto vai-lhe ser imposto que pague o imposto, com juros, que é mais um imposto.
Temos ou não temos de pagar imposto? Temos de certeza porque assim nos é imposto.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Já tenho o meu burro

Já tenho o meu burro, aliás é uma burra. Veio do Bixus e não só " Bixus e não só... Aqui falamos do que nos apetece e mostramos os nossos trabalhos manuais. Por uma boa causa: os lucros revertem a favor do Cantinho dos Animais de Évora" fica em http://bixusenaoso.blogspot.com/
Claro que a burra é um boneco, mas veio por uma boa causa.
De qualquer modo aguardo, ainda, a possibilidade de adoptar um de carne e osso e teimosia.

Burro doméstico
O BURRO DOMÉSTICO


"Mamífero solípede, perissodáctilo, menos corpulento que o cavalo e de orelhas compridas.
O burro doméstico (Equus asinus, Lin.) distingue-se dos outros equídeos por ter as orelhas muito desenvolvidas, cauda nua na sua inserção e terminada por um tufo de crinas, pelagem geralmente cinzenta e com uma lista dorsal e outra transversal formando cruz sobre as espáduas. A sua anatomia é inteiramente semelhante, no número e disposição de peças, à do cavalo. Tem, porém, a cabeça mais volumosa, as órbitas mais afastadas, o garrote baixo continuando-se em linha recta até à garupa, o peito estreito, pelo que os membros anteriores são muito aproximados, as apófises espinhosas das vértebras dorsais muito desenvolvidas, tornando-lhe assim o dorso muito proeminente e ainda com a vista, o ouvido e o olfacto mais apurados que os do cavalo.
A estrutura dos burros varia consoante o clima e a raça, tendo em média, no nosso país, 1,35 a 1,45 metros de comprimento, medido de entre as orelhas à origem da cauda, e 1,10 a 1,15 m de altura ao nível das espáduas.
Segundo Sanson, as várias raças de burros actualmente existentes proviriam de duas espécies: a asinus africanus, originária da bacia terciária do Nilo e que se difundiu desde a mais remota idade por toda a Ásia, África e Europa e donde descendeu o nosso burro doméstico, e a asinus europeus, originária do Mediterrâneo, de maior corpulência, que se teria disseminado por uma área mais restrita: parte da Ásia, Grécia, Itália e Espanha, principalmente em Castela e Leão. Admite-se hoje que as diversas raças de burros são originárias da espécie africana e que as diferenças de estatura, que foram para Sanson a base da distinção das espécies, se explicam por acções do clima, pois os burros que habitam os países quentes são de estatura mais elevada e mais robustos e vigorosos que aqueles dos países frios.Nasci há poucochinho mas já me aguento em pé!
A longevidade média do burro é de 15 a 18 anos, mas pode atingir 30 a 35 anos e mesmo mais. O seu completo desenvolvimento opera-se entre os três e os quatro anos e os dentes, que evoluem de uma forma idêntica aos dos cavalos, são, como nestes animais, um bom meio para o reconhecimento da idade.
Nas fêmeas a gestação dura aproximadamente um ano, tendo em cada parto um filho e, muito raramente, dois. Pelo cruzamento das espécies cavalar e asinina obtêm-se híbridos (muares: mus e mulas, produtos de burro e égua ou de cavalo e burra) de grande valor económico, pois são excelentes animais de trabalho por participarem da paciência e rusticidade do burro e da corpulência e força do cavalo.
O burro é empregue quase exclusivamente como animal de carga, mas pode utilizar-se no serviço de sela e de tiro.
De todas as espécies domésticas esta é, sem dúvida, a mais abandonada, pois os criadores, dum modo geral, não lhe dão educação alguma durante o crescimento, sujeitando-o ao trabalho quando atinge a idade adulta por meio de maus tratos, donde resulta que, sendo o burro naturalmente vivo, ágil e dócil, se torna preguiçoso, tímido e teimoso. É incontestável que a maioria dos defeitos que se lhe observam provêm do abandono a que, desde tempos remotos, o burro tem sido sujeito, pois nalgumas regiões do globo, principalmente no Oriente, onde estes animais têm sido e são tão bem tratados como o cavalo, a sua inteligência, vivacidade e beleza são incomparavelmente superiores.
É animal de uma sobriedade notável. Come pouco e contenta-se com forragem e grãos de inferior qualidade que outros animais rejeitariam. A água, porém, tem de ser límpida e sem qualquer cheiro, preferindo sempre as dos regatos e ribeiros já seus conhecidos.Nós três constituímos uma "récua" de burros.
À parte o seu grande valor como animal de carga, pois é capaz de transportar com segurança pesados fardos através dos caminhos mais difíceis, mesmo por escarpas montanhosas, o burro fornece ao homem produtos de grande valor económico. Assim é com o leite de burra, largamente consumido em muitas regiões e que foi, durante muito tempo, considerado excelente tónico, particularmente recomendado para as pessoas debilitadas e com estômagos fracos; tem aproximadamente a mesma composição que o leite de mulher, sendo mais rico em albumina, caseína e sais, mais pobre em gordura e com uma quantidade de açúcar sensivelmente igual. Na Europa a sua introdução na terapêutica data do tempo de Francisco I de França. Este rei , doente havia muito tempo, mandou vir de Constantinopla um médico judeu o qual, depois de o observar, lhe mandou tomar, como único medicamento, leite de burra; como o rei, passado pouco tempo, melhorasse consideravelmente, o seu uso generalizou-se rapidamente. Sou um burro! (e não me ofendo que me chamem isso...)
A carne de burro é muito dura, sendo consumida por muitos povos, simples ou sob a forma de enchidos (salsichão de Lião).
A pele, dura e elástica, tem numerosas aplicações, tais como na fabricação de crivos, tambores, calçado, correias, sacos, etc. Os árabes nómadas fazem as suas tendas com pele de burro.
O excremento, tal como o do cavalo, é um óptimo adubo que se emprega com excelentes resultados para aquecer os terrenos frios.
Os povos antigos serviam-se ainda dos ossos dos burros para fazer o corpo das flautas, certamente porque eram mais duras e mais sonantes que as feitas de ossos das outras espécies."

sexta-feira, 4 de abril de 2008

O meu burro há-de aparecer

A cultura neste País é uma miragem.Pus aqui uma msg sobre o acofrdo ortográfico e nem uma só alma o leu.Não interessa. Fala-se de qualquer modo e escreve-se "à la gardere".
Assim passo à frente e acho que ninguém se interessa pelo novo acordo ortográfico e lá para o ano 2014, vão-se ver gregos para intrepertar os que se diz.
Todos os que me conhecem sabe que sou doido por burros, esses animais pacatos, (às vezes indósseis) que se passeiam em alguns lugares e que deixaram de ser úteis, porque os motores a explosão, a diesel e até a biodisel, fizeram com que as suas 4 patas deixassem de ter interesse para a maioria dos trabalhos para que inicialmente foram criados.
Assim, alguns "maduros", vão cuidando dos burros (de quatro patas) para que se pavoreien nas ruas da sua cidade com uma almofadas às costas a fingir que são sacos de milho para o moinho ou farinha para o pão.
Falo dos de quatro patas porque os outros têm manias piores que estes e estas não se resolvem com uma cenoura ou um balde de cevada. Há quem queira menos de 35 horas semanais, um ordenado igual a 4 ou 5 salários mínimos, que não tenha de ser avaliado e que seja ele a avaliar os outros. Para isto faz greves, manifestações e protestos à porta do 1º Ministro. Esquece que o de 4 patas não pode sequer fugir à carga que lhe pôem às costas e que se fizer muito barulho dão-lhe porrada nas costas.
Os outros querem andar às costas dos nossos impostos, ter muitas férias ensinar pouco, porque muito faz mal ao juizo.
Portanto continuo a gostar dos burros de quatro patas e a pensar que os outros são mesmo burros e os que não são, são os que se dedicam e às vezes pensam que são burros, porque trabalham muito e os colegas que não trabalham dizem que não são.
Já viram a diferença entre as várias espécies?

segunda-feira, 31 de março de 2008

O Pastel-de-nata

Caros amigos,
Li há dias que foi aprovado um novo acordo ortográfico e que temos 6 anos para nos adaptarmos.
Lembreime que a partir de agora eu não sei escrever português (ou brasilês, ou caboverdês, angolês, moçambiquês ou até timorês), mas vou tentar e então lembrei-me do pastel-de-nata (pasteldenata): o dito pastel é a sumidade na sua especialidade (nata da sociedade, dos estudantes, da politica), mas pode dar aso a algumas dúvidas (duvidas), tais como: nata_ção, nata_cinha, nata_lina, nata_l, etc. (ainda existe?). Mas a verdade é que a nata, como creme que é, também dá origem a cremoso, crematorio, cremação (ou cremassão).
Mas voltando ao acordo. Como vamos escrever pitorico (pictórico) - da pintura ou pitos (pictos-antigos habitantes da Escócia), será que não vão gerar segundas intenções?
Mas uma coisa eu posso desde já afirmar, apesar dos 6 anos que me faltam para saber escrever português, é que as habitantes do Brasil, vão ser as Brasas, e os Brasos terão razão quando nos chamam Portugas, chamaremos Timorosas às habitantes do Timor, Moçambicosas às do Moçambique, Angulosas às de Angola, e Verdascas às de Cabo Verde.
Portanto como vêm para comer um simples pastel-de-nata, damos voltas à cabeça e temos que estudar um acordo ortográfico, que durante 6 anos nos vai encher a paciência de mesquinhices e provocar um stress danado, porque na pastelaria não saberei se vou comer o pastel com ou sem ifens, que poderão engasgarme e tornarme uma pessoa mal disposta, porque se já tentaram diglutir um ifen, então saberão como é difícil digerilo e mesmo com sais-de-fruto (saisdefruto), pode provocar profundos arrotos. Portanto, e até saberen de cor o acordo ortográfico abstenhamsse de comer o pastel de nata.
Um abraço

sexta-feira, 14 de março de 2008

Visitas ao Blog

Todos os bloguistas querem e anseiam que milhões de pessoas visitem o seu blog, e esse é também o meu desejo, pois até já consigo traduzir para linguas que ninguém entende. No entanto, penso que ao meu anda um visitante como a formiga na sopa. Sim é muito pior uma formiga, do que uma mosca na sopa. Se não vejamos, ambas calcam a mesma trampa e transportam os milhões de micróbios que nos vão lixar o organismo e porque vamos ter de tomar remédios, fazer cirurgias, ginástica, etc. Mas são muito diferentes no resto e muito pior no caso da formiga: a mosca cai na sopa e morre logo, pois como respira pela pele afoga-se de imediato e nós, conforme a disposição e o local podemos eliminá-la (se estivermos em casa e tivermos fome, podemos tirá-la e atirá-la para o chão, para o caixote do lixo ou pô-la na bordinha do prato, mas se não tivermos fome podemos despejar tudo na pia, no caixote do lixo ou dá-la ao cão). Se estivermos numa tasca, podemos fazer quase tudo o que fazemos em casa e ainda insultar o empregado. Se estivermos num restaurante, podemos reclamar com o criado e preenchermos o livro de reclamações e fazermos com que não paguemos o jantar.
Mas se for uma formiga o caso é muito diferente: ela não se afoga, pois sabe nadar, anda de um lado para o outro, não a vemos porque se esconde debaixo das folhas da couve, come a massa, um pouco de arroz e até a batata. Como não a conseguimos ver, levamo-la à boca trincamo-la e ficamos com um amargo de boca.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

ஈஸ்கோல எப௨௩ தே MACEDA -Exposição na EB23 de Maceda

Vamos estar na Escola Secundária EB23 de Maceda numa exposição nos dias 7 e 8 de Março.
Vão até lá.
வமொஸ் ஈஸ்டர் ந ஈஸ்கோல Secundária எப௨௩ தே மசேட நும exposição டியாஸ் ௭ எ ௮ தே Março.
பச்செம் போர் lá

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Vem aí a Páscoa

Já passou o Carnaval, estamos quase na Páscoa, pelo que a Primavera está à porta... Vamos esperar que o ano tenha decorrido bem até agora e que seja muito melhor para a frente.
Com a chegada das andorinhas, que venha a inspiração, pois os calhaus não têm dado nada (excepto a tartaruga e o charroco).
Até ja

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Bom Ano

Bom ano 2008 para todos os meus amigos.

Calhaus Rolados

Calhaus rolados, são pedaços de rocha que por acção da erosão, água ou gelo, se tornam arredondados.
O meus calhaus são recolhidos numa praia a Sul de Viana do Castelo, Praia da Amorosa, em virtude da variedade das suas cores e tamanhos.
Após a recolha são lavados cuidadosamente, seprados por calibres e armazenados.
À medida das necessidades vão sendo colados, com uma cola forte, para que formem as construções para que são utilizados.
Comecei isto como uma ocupação de tempos livres e hoje já me ocupa outros tempos que não só os livres, em virtude da procura que tem ocorrido, por parte dos meus amigos e depois da grande divulgação que fizeram.
Agora vendo-os e vou desenhando outros modelos.
Cumprimentos
Manuel Costa

Nota: Se pretenderem adquir algum podem solicitá-lo pelo e-mail: mcosta99@gmail.com ou telm 968049860

Quem sou?

A minha foto
ESPARGO -Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Sou coleccionador de presépios e crucifixos. Gosto de manusear as pedras e dar-lhes formas. Tenho conseguido algumas figuras muito bonitas.

Sou eu

Sou eu

Eu no jornal Terras da Feira

Eu no jornal Terras da Feira
Artesanato